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O ÁRBITRO ARROGANTE
Entretanto muitos árbitros se declinam ao caminho que leva a arrogância e se tornam senhores de si próprios, donos da razão e da verdade, se acham superiores ao ensinamento da Carta Magna e do espírito do jogo. Pobres mortais! Pois terão uma carreira de sucesso curta e nem mesmo serão lembrados como árbitros top de linha. O árbitro arrogante, por definição, crê nos seus próprios pensamentos e opiniões, entende que eles são muito mais importantes do que os pensamentos e opiniões dos demais companheiros de profissão. E dentro do solo sagrado (campo de futebol – regra 01) impõe todo seu autoritarismo, no qual todos devem obedecer de forma submissa e passiva sem nenhuma desobediência. E com esta atitude, ele desrespeita as pessoas que estão ali para ajudá-lo e serem por ele comandados. Também dentro do solo sagrado encontrará pessoas contrárias aos seus pensamentos, as quais o trataram com insolente e prepotência, e lhe darão o rótulo de nariz empenado. E seus únicos amigos serão aqueles que se submetem de forma servil, verdadeiros bajuladores. Esse sucesso incita a arrogância dissimulada, e essa leva ao fracasso. O árbitro que se considera perfeito não fará nenhum esforço para melhorar sua arbitragem. Afinal, como melhorar algo que é perfeito? E com essa atitude ele se acomodará, achando que é o senhor da verdade, assim sem perceber, abrirá a porta para seu declínio dentro da arbitragem. O bom árbitro conquista seu espaço através do respeito e de suas atitudes sinceras. Porém o árbitro arrogante se agarra na força bruta e seu círculo de amigos restringe aos puxa-sacos e serão estes amigos que aguardarão a oportunidade para puxar o tapete para tomar vago o lugar para que eles possam disputar. Fonte: JOGO LIMPO
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